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Drummond: 110 anos de imortalidade


Hoje é o 110º aniversário de nascimento de um de nossos maiores escritores: Carlos Drummond de Andrade. Mineiro de Itabira, Carlos foi funcionário público por quase toda a vida.

Sondado se aceitaria o fardão da Academia Brasileira de Letras, o menino antigo deu de ombros, virou as costas ao reconhecimento merecido que hoje escritores menores (digo “escritores”como mera liberalidade), como um Merval ou um Sarney, praticamente usurparam de grandes escribas do porte de Murilo Rubião, do bardo Patativa do Assaré e do próprio Drummond.

Mas se as ‘camisolas de dormir’ – no dizer de Jorge Amado, referindo-se ao fardão dos “imortais” da academia (ele mesmo um membro da ABL) – tiveram que engolir a desfeita e ignorar o Poeta, os leitores fizeram o inverso; e hoje Drummond tem lugar perpétuo no panteão dos brasileiros.

Drummond sobreviveu a duas passagens do cometa Halley, e morreu de amor.

“Desprendido de imagens que se rompem

a um capricho dos deuses

tú regressas

ao que, fora do tempo

é tempo infinito

No secreto semblante da verdade.”

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GASPAR VIANNA. Patologista Paraense. Mártir da Ciência


Gaspar Vianna – médico patologista paraense – considerado mártir da ciência mundial. Descobridor da cura da leishmaniose, foi o responsável por outras valiosas contribuições para a Medicina Tropical no Brasil e no mundo. Seus feitos possuem valor inestimável para a humanidade

 

Um Gênio Brasileiro

 

Gaspar de Oliveira Vianna, médico e cientista paraense, nasceu em Belém a 11 de maio de 1885. Foi aluno do antigo Liceu Paraense, hoje Colégio Estadual Paes de Carvalho.

Formou-se em 1908 e logo foi convidado por Oswaldo Cruz para trabalhar com ele em seu Instituto. Genial e incansável, em menos de seis anos de exercício da profissão publicaria 22 trabalhos científicos de inestimável valor científico para a humanidade

 Aos 29 anos, enquanto realizava a autópsia de um tuberculoso, foi vítima de um trágico acidente: ao abrir a caixa torácica do cadáver, na qual havia um grande volume de líquido pleural contido sob pressão, rompeu-se, inesperadamente, a pleura, esguichando-lhe contra o rosto certa quantidade do líquido infectado. Tomado de surpresa enquanto falava, não pode evitar a deglutição de parte dele. Contraiu, assim, uma tuberculose galopante, que em dois meses lhe atingiria as meninges sem qualquer chance de recuperação, pois em 1914 não havia ainda qualquer tratamento para esse mal. Por isso Gaspar Vianna é também considerado MÁRTIR DA CIÊNCIA.

Monumento à Gaspar Vianna
Campus da Universidade Federal do Pará

Em 1998, numa pesquisa promovida pela revista MÉDICOS, do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo mediante consulta a 52 escolas médicas, 47 sociedades de especialidades, 22 Conselhos Regionais de Medicina, 20 Associações Médicas Estaduais, Conselho Federal de Medicina, Associação Médica Brasileira e Federação Nacional dos Médicos, Gaspar Vianna foi eleito UM DOS 10 MAIORES NOMES DA MEDICINA BRASILEIRA NO SÉCULO XX, ao lado de Oswaldo Cruz, Carlos Chagas, Adolfo Lutz, Rocha Lima, EuryclidesZerbini, Adib Jatene, Ivo Pitanguy, Rocha e Silva e Sérgio Ferreira.

Sobre Gaspar Vianna:

* Um dos maiores benfeitores da humanidade, pela descoberta da cura das leishmanioses, com que tem contribuído ainda hoje para a salvação de milhões de vidas em 4 dos 5 continentes;

* Mártir da Ciência, pois faleceu aos 29 anos de idade, vítima de tuberculose contraída em acidente de trabalho;

Selo em homenagem ao Cientista

* Pioneiro dos estudos anátomo-patológicos da doença de Chagas, cedo recomendando-se à admiração de cientistas estrangeiros (principalmente argentinos e alemães) que o consideravam, já aos 24 anos de idade, o maior anátomo-patologista da América Latina;

* Autor de 22 trabalhos científicos do maior valor, versando sobre temas de Histologia, Histopatologia, Protozoologia, Micologia, Dermatologia ou Terapêutica, publicados ao longo de apenas 5 anos e meio de exercício da Medicina, exercício esse tragicamente interrompido pelo acidente que o vitimou;

« Gênio em pouca idade, autodidata por excelência.

Hospital das Clínicas Gaspar Vianna – Belém

O encalhe do Paulista em Maiandeua


Ele lançou âncora em Maiandeua para cuidar de uma avaria no seu iate… Isso faz sete anos.

Paulista vai fazendo a manutenção de seu barco – sem pressa, sem dia certo pra levantar âncora, ele disse que um dia desses zarpa da ilha…

Gente boa, esse paulista!

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